Julinha abre 2026 com show ‘Bregas que você quase esqueceu’ na Casa da Mãe no sábado, 17

Projeto queridinho do espaço tira do gogó de todo mundo os sucessos que marcaram gerações e primeira edição do tem after rebolativo de DJ Libre Ana

Depois de lavar a alma na Colina Sagrada, que tal abrir o coração para começar bem o ano? O romântico projeto ‘Bregas que você quase esqueceu’, da cantora Julinha, terá sua primeira edição de 2026 no sábado (17), a partir das 21h, na Casa da Mãe, no Rio Vermelho. O show, que já se tornou um point para os amantes da música passional, ainda conta com after rebolativo de DJ LibreAna.

No repertório, Julinha resgata as maiores “pedradas” da música romântica, com releituras de ícones como Reginaldo Rossi, Calcinha Preta, Joelma, Pablo e Limão com Mel, além de músicas autorais do seu EP Aprumar (2024).

“Janeiro é o mês em que a gente desenha nossos desejos, e o brega é, em essência, a música do querer. É um gênero que não pede licença para ser intenso, e faço um convite ao público para entrar nesse ano assim, com essa mesma entrega, sem medo de ser feliz ou de sentir demais”, convoca Julinha.

O sucesso do projeto elevou-o à categoria de show fixo da Casa da Mãe, onde acontece há mais de um ano e meio. O show de janeiro conta com a direção e guitarra de Jalmy, Carol Pêpa na bateria, Denner Souza no baixo e Dudu Keys no teclado, uma formação que equilibra o romantismo do repertório com arranjos dançantes e modernos.

Em seguida, DJ LibreAna comanda seu set repleto de brega, tecnomelody, funk e ritmos periféricos, finalizando a noite na Casa.

SERVIÇO
Julinha em ‘Bregas que você quase esqueceu’
After com DJ LibreAna
17 de janeiro, sábado, a partir das 21h
Casa da Mãe, Rio Vermelho, Salvador
Ingressos: R$ 40,00 (antecipado) e R$ 50,00 (na porta, sujeito à lotação)
Vendas: Sympla 

https://www.sympla.com.br/evento/julinha-canta-bregas-que-voce-quase-esqueceu-verao-caliente/3269011

Julinha
Natural de Riachão do Jacuípe, no interior da Bahia, Julinha carrega em seu DNA musical as influências da infância interiorana, do som do rádio e das manifestações culturais locais. Sua relação artística com a música brega começou com o grupo Brega y Cana, em 2022, ano em que também gravou uma releitura de ‘Tortura de Amor’, de Waldick Soriano.

Três vezes finalista do Festival de Música Educadora, a artista aprendeu a admirar desde os cânones da MPB até os cantores anônimos de bares, construindo um repertório que dialoga com diferentes gerações.

Formada em publicidade e graduanda em Música Popular pela UFBA, ela deu início à sua carreira artística em 2018, no Samba do Vai Kem Ké, ao lado de Maestro Augusto Conceição, até finalmente começar seu trabalho solo, em 2022.

Acompanhe
Instagram: https://www.instagram.com/julinhacarvalho
Plataformas de streaming: https://orcd.co/aprumar
YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=c5KMuLdOgQY