Julinha faz show ‘Bregas que você quase esqueceu’ em clima de confra na Casa da Mãe neste sábado, 13

Projeto queridinho do espaço tira do gogó de todo mundo os sucessos que marcaram gerações

O ano tá chegando ao fim… Quem fez, fez! Por isso, a cantora Julinha chama geral para a confra das confras: o seu show ‘Bregas que você quase esqueceu‘, projeto fixo da Casa da Mãe, no Rio Vermelho. A última edição de 2025 será no dia 13 de dezembro, sábado, às 21h. O show recorda as melhores ‘pedradas’ da música romântica e ainda contará com after rebolativo de DJ Libre Ana.

O repertório tira do gogó de todo mundo os sucessos que marcaram gerações e que evocam a energia de viver intensamente. O público vai conferir releituras de Reginaldo Rossi, Calcinha Preta, Joelma, Pablo, Limão com Mel e mais ícones, além de composições autorais de Julinha, do EP Aprumar (2024).

“É linda a energia de nostalgia e desprendimento que se instala no palco e na plateia. As pessoas ficam muito à vontade porque conhecem, cada um à sua maneira, os sucessos cantados. Cada um dá um pouco do seu show. Meu coração fica em festa o show inteiro”, diz a cantora.

O sucesso do projeto elevou-o à categoria de show fixo da Casa da Mãe, onde acontece há mais de um ano. O show de dezembro conta com a direção e guitarra de JalmyCarol Pêpa na bateria, Denner Souza no baixo e Dudu Keys no teclado, uma formação que equilibra o romantismo do repertório com arranjos dançantes e modernos.

Julinha: Bregas que você quase esqueceu
After com DJ Libre Ana
Data: 13 de dezembro de 2025, sábado, às 21h
Local: Casa da Mãe, Rio Vermelho – Salvador
Ingressos: R$ 40 (antecipado) e R$ 50 (no dia)
Vendas pelo Sympla 

Julinha

Natural de Riachão do Jacuípe, no interior da Bahia, Julinha carrega em seu DNA musical as influências da infância interiorana, do som do rádio e das manifestações culturais locais. Sua relação artística com a música brega começou com o grupo Brega y Cana, em 2022, ano em que também gravou uma releitura de ‘Tortura de Amor’, de Waldick Soriano. Três vezes finalista do Festival de Música Educadora, a artista aprendeu a admirar desde os cânones da MPB até os cantores anônimos de bares, construindo um repertório que dialoga com diferentes gerações. Formada em publicidade e graduanda em Música Popular pela UFBA, ela deu início à sua carreira artística em 2018, no Samba do Vai Kem Ké, ao lado de Maestro Augusto Conceição, até finalmente começar seu trabalho solo, em 2022.Acompanhe:
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